quarta-feira, 10 de março de 2010

PRIMEIRO CHALLENGER DE 2010 É DO ESTRELA SOLITÁRIA

Realizado nos dias 2, 6 e 9 de março, o 1º Challenger de 2010 contou com a participação de 18 técnicos que, na primeira fase, foram divididos em seis grupos iguais. Conforme o novo regulamento desses torneios, os seis primeiros colocados mais os três melhores segundos se classificavam para disputar a “Taça de Ouro”, enquanto os demais disputariam a “Taça de Prata”.
Na Primeira Fase, disputada no dia 2, os grupos ficaram assim formados com as respectivas classificações:
A - 1º Verdão (Antônio Carlos Almeida), 6 pontos ganhos; 2º Cavalo de Tróia (Adolpho Parente), 3 e 3º Marcelo Bonfim (Meridional), 0.
B - 1º Juventus (Eduardo Almeida), 6; 2º Amigos (Paulo César Faria), 3 e 3º Sampa (Luciano Sampaio), 0.
C - 1º Ciranda (Einstein Martins), 4; 2º Camisa 12 (Ricardo Motta), 3 e 3º Titânico (Marcelo Silva), 1.
D - 1º Centenário (Tarcízio Dinoá Junior), 6; 2º Mengole (Sérgio Motta), 3 e 3º Corinthians (Jan Buarque), 0.
E - 1º Meninos da Vila (Rodrigo Caruso), 6; 2º Marcelo Porto (Araçatuba), 3 e 3º Napoli (Roberto Pessoa), 0.
F - 1º Estrela Solitária (José Ricardo Almeida), 6; 2º Vidigal (Antônio Carlos Pimentel), 1 e 3º Leão do Norte (Leão do Norte), 1.
Na Segunda Fase, com os jogos realizados no dia 9, os grupos da “Taça de Ouro” tiveram as seguintes classificações:
G - 1º Estrela Solitária, 4; 2º Verdão, 3 e 3º Araçatuba, 1. Obs.: o Camisa 12, integrante desse grupo, teve que extrair um dente, faltou e foi substituído pelo Araçatuba.
H - 1º Juventus, 6; 2º Cavalo de Tróia, 1 e 3º Meninos da Vila, 1.
I - 1º Centenário, 4; 2º Amigos, 4 e 3º Ciranda, 0.
Na “Taça de Prata”, muitas ausências. Apenas cinco técnicos compareceram. Somente dois jogos foram realizados. Classificaram-se para decidir do 10º ao 12º lugar Corinthians, Sampa e Napoli.
A terceira e decisiva fase foi realizada no dia 9 de março.
Na disputa pelo primeiro lugar, o Estrela Solitária estava numa noite com muita sorte e acabou conquistando o título do torneio. O triangular decisivo começou com Juventus x Estrela Solitária. Com pouco tempo de jogo, a Juventus abriu 2 x 0 no placar. O Estrela Solitária diminuiu ainda no primeiro tempo. Logo no início do segundo tempo, a Juventus ampliou para 3 x 1. No restante do jogo o que se viu foi o Estrela Solitária em busca de, pelo menos, diminuir o placar. Conseguiu mais que isso. No último chute, empatou o jogo: 3 x 3.
No segundo jogo, a Juventus não aproveitou as várias oportunidades oferecidas pelo Centenário e acabou derrotada por 1 x 0, dando adeus ao título.
O terceiro e decisivo jogo apresentava o Centenário jogando pelo empate para ficar com o título. Ao Estrela Solitária só interessava a vitória. Com pouco tempo de jogo, o Estrela Solitária marcou 1 x 0. Ainda no primeiro tempo, o Centenário virou para 2 x 1. No segundo tempo, o jogo tornou-se mais tenso e o Estrela Solitária acabou empatando. O jogo estava chegando ao final e, numa jogada arriscada em sua defesa, quando tinha apenas um jogador cercado por três adversários, sabendo que o tempo estava acabando, tentou sair da “armadilha”. A bola tocou num jogador do Centenário, ficando na defesa do Estrela Solitária, permitindo o chute a gol, com um botão de longe, na defesa do Centenário. A bola bateu no goleiro do Estrela Solitária, que deu início a um contra-ataque fulminante. Lançou a bola para um jogador próximo à área do Centenário, chegou muito bem e esperou pelo próximo lance. Um jogador do Centenário aproximou-se da jogada. Quando o Estrela Solitária iniciou sua jogada, faltavam 44 segundos. Deu a primeira estourada, a bola não caiu muito boa para o chute. Deu o passe no segundo lance e a bola caiu na grande área, ficando com três botões para o chute. O chute saiu certeiro e definiu o placar de 3 x 2 a favor do Estrela Solitária.
Na disputa do 4º ao 6º lugar, o Verdão venceu seus dois jogos e ficou com a quarta posição. O Amigos venceu o Cavalo de Tróia e ficou em quinto.
O Ciranda ficou em 7º lugar. Meninos da Vila e Araçatuba não compareceram e ficaram em 8º e 9º lugar, respectivamente.
No triangular que decidiu as melhores colocações da Taça de Prata, o Corinthians venceu Napoli e Sampa, ficando com a décima posição. O Sampa ficou em 11º e o Napoli em 12º.
As demais colocações foram as seguintes: 13º Vidigal, 14º Leão do Norte, 15º Mengole, 16º Titânico, 17º Camisa 12 e 18º Meridional.
O segundo Challenger de 2010 será disputado nos dias 23, 27 e 30 de março.

quarta-feira, 3 de março de 2010

ESTRELA SOLITÁRIA É BICAMPEÃO DA COPA PLANALTO

Foi encerrada no sábado (27 de fevereiro) a segunda edição da Copa Planalto, com a vitória final pertencendo ao técnico José Ricardo Almeida (Estrela Solitária).
Este ano a competição contou com a participação de 14 técnicos que, na primeira fase foram divididos em dois grupos de sete, dos quais os quatro primeiros e o melhor quinto colocado passavam para a segunda.
Na primeira fase, o Grupo A teve a seguinte classificação: 1º Antônio Carlos Almeida (Verdão), 16 pontos ganhos; 2º Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), 13; 3º Marcelo Motta (Raça), 13; 4º Ricardo Motta (Camisa 12), 8; 5º Eduardo Almeida (Juventus), 7; 6º Paulo Roberto Holanda (Leão do Norte), 3 e 7º Marcelo Silva (Titânico), 0.
Já o Grupo B apresentou essa ordem:
1º José Ricardo Almeida (Estrela Solitária), 16; 2º Paulo César Faria (Amigos), 12; 3º Sérgio Motta (Mengole), 10; 4º Tarcízio Dinoá Junior (Centenário), 8; 5º Rodrigo Caruso (Meninos da Vila), 7; 6º Roberto Pessoa (Napoli), 6 e 7º Einstein Martins (Ciranda), 0.
A segunda fase foi composta de três triangulares, com as seguintes classificações finais:
Grupo C: 1º Centenário, 6; 2º Verdão, 3 e 3º Mengole, 0.
Grupo D: 1º Estrela Solitária, 6; 2º Camisa 12, 1 e 3º Raça, 1.
Grupo E: 1º Meninos da Vila, 4; 2º Amigos, 2 e 3º Cavalo de Tróia, 1.
Os primeiros colocados destes três grupos disputaram o título, em um novo triangular. Os segundos decidiram do 4º ao 6º posto e os terceiros do 7º ao 9º.
No triangular que decidiu as primeiras colocações, o primeiro jogo apresentou empate em 1 x 1 entre o Meninos da Vila e o Centenário. No segundo jogo, o Estrela Solitária venceu o Meninos da Vila por 2 x 0. No terceiro e decisivo jogo, a pontaria dos atacantes do Estrela Solitária esteve melhor que as do Centenário e o placar de 3 x 1 deu o título ao Estrela Solitária.
O 4º lugar ficou com o Camisa 12, que venceu seus dois jogos (2 x 1 no Verdão e 1 x 0 no Amigos). No outro jogo, o Verdão ganhou do Amigos, por 2 x 0, garantindo a quinta colocação.
Para a disputa do 7º ao 9º posto, Marcelo Motta (Raça) não compareceu. No único jogo realizado, o Mengole acertou tudo e goleou o Cavalo de Tróia por 5 x 1.
Eis como ficou a classificação final da 2ª Copa Planalto:
Campeão: Estrela Solitária; Vice-Campeão: Centenário; 3º lugar: Meninos da Vila; 4º Camisa 12; 5º Verdão; 6º Amigos; 7º Mengole; 8º Cavalo de Tróia; 9º Raça; 10º Juventus; 11º Napoli; 12º Leão do Norte; 13º Titânico e 14º Ciranda.
Nos 60 jogos realizados, foram assinalados 178 gols, perfazendo a média de quase 3 por jogo.

sábado, 30 de janeiro de 2010

QUINZE TÉCNICOS PARTICIPARÃO DA COPA PLANALTO 2010

Encerrado o prazo para inscrições, tivemos a confirmação de que 15 técnicos participarão da segunda edição da Copa Planalto.
Efetuado o sorteio, assim ficaram os dois grupos da Primeira Fase:

GRUPO A


ADOLPHO PARENTE (CAVALO DE TRÓIA)
ALCIDES FIGUEIRA FILHO (PALMEIRAS)
ANTÔNIO CARLOS ALMEIDA (VERDÃO)
EDUARDO ALMEIDA (JUVENTUS)
MARCELO MOTTA (RAÇA)
MARCELO SILVA (TITÂNICO)
PAULO ROBERTO HOLANDA (LEÃO DO NORTE)
RICARDO MOTTA (CAMISA 12)

GRUPO B

EINSTEIN MARTINS (CIRANDA)
JOSÉ RICARDO ALMEIDA (ESTRELA SOLITÁRIA)
PAULO CÉSAR FARIA (AMIGOS)
ROBERTO PESSOA (NAPOLI)
RODRIGO CARUSO (MENINOS DA VILA)
SÉRGIO MOTTA (MENGOLE)
TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR (CENTENÁRIO)

Conforme previsto no regulamento da competição, classificam-se para a Segunda Fase os cinco primeiros colocados do Grupo A e os quatro melhores do Grupo B.
Na Segunda Fase, os nove classificados serão divididos em três novos grupos. Os três primeiros colocados desses grupos decidirão o torneio em um triangular. Os segundos colocados decidirão da 4ª a 6ª posição e os terceiros do 7º ao 9º lugar.

EDUARDO ALMEIDA É O CAMPEÃO DOS CAMPEÕES



Contando com a participação de apenas seis dos onze qualificados para a edição 2009, a Copa dos Campeões foi realizada neste sábado, 30 de janeiro de 2010, no sistema “todos contra todos”.
Com muitos méritos, a Juventus, de Eduardo Almeida, conquistou o título com uma rodada de antecedência. Venceu suas quatro primeiras partidas e empatou a última, não dando chances aos adversários.
Iniciou goleando seu irmão José Ricardo Almeida (3 x 0), teve dois resultados iguais e apertados contra Rodrigo Caruso e Adolpho Parente (3 x 2), aplicou novamente um 3 x 0 sobre Luiz Cláudio Caruso e, já em ritmo de festa, empatou em 1 x 1 com Paulo César Faria.
Na segunda colocação, com nove pontos, chegou Luiz Cláudio Caruso (Triturador). Adolpho Parente (Cavalo de Tróia) e José Ricardo Almeida (Estrela Solitária) somaram sete pontos, sendo que o critério saldo de gols deu a terceira colocação ao Adolpho.
Paulo César Faria (Amigos) ficou em quinto lugar, com cinco pontos ganhos e Rodrigo Caruso (Meninos da Vila) com a sexta e última posição, com apenas um ponto ganho.
A temporada 2010 terá início na próxima terça-feira, com a realização dos primeiros jogos da 2ª Copa Planalto.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

AABB-C e A VENCE A V COPA CENTRO-OESTE


Os campeões José Ricardo, Antônio Carlos e Eduardo

Mais uma vez (pelo quinto ano consecutivo), a AABB-Brasília sediou a Copa Centro-Oeste Interclubes de Futebol de Mesa, disputada nos dias 28 e 29 de novembro de 2009, com a presença de dez equipes, sendo cinco de Brasília (DF), uma do Gama (DF), uma da Cidade Ocidental (GO), duas de Goiânia (GO) e uma convidada, o Rio Branco, de Americana (SP).
Pela primeira vez, as equipes foram formadas por três técnicos.
As equipes que representaram Brasília foram:
AABB-1 (de Brasília-DF): Jan Buarque, Marcelo Silva, Marcos Mendes (Marquinhos) e Paulo César Faria;
AABB-C e A (de Brasília-DF): Antônio Carlos Almeida, Eduardo Almeida e José Ricardo Almeida;
AABB-Planalto (de Brasília-DF): Adolpho Parente, Luiz Cláudio Caruso, Rodrigo Caruso (Digão) e Tarcízio Dinoá Junior;
AABB-Prata: Einstein Martins, José Paulo Neto, Lucas Porto, Marcelo Porto e Washington Pires;
AABB-Sport: Donisete Medeiros, Paulo Roberto Holanda (Paulão) e Roberto Pessoa.
Defenderam o futebol de mesa de Goiânia duas equipes do Atlético Goianiense, a saber:
Atlético Goianiense-1: Alberto Chaer, Francisco José e Thiago José;
Atlético Goianiense-2: Filipe Ribeiro, Joaquim de Sá e Wagner de Sá.
A cidade-satélite do Gama foi representada pela equipe do Gama, formada por André Brandão, Paulo Airton e Paulo Airton Junior.
A equipe da Cidade Ocidental (GO) foi formada pelos botonistas Leonardo Brandão, Márcio Gomes e William Dias.
A equipe convidada deste ano foi a do Rio Branco, de Americana (SP), que teve a defendê-la os técnicos Celso de Assis, Gilney Medeiros e Luiz Humberto Magrini (Beto).
Na primeira fase, disputada no dia 28 de novembro, as dez equipes foram divididas em dois grupos, dos quais os dois primeiros colocados se classificavam para a fase final do certame e as demais disputariam a Taça de Prata.
O Grupo A foi formado pelo Atlético Goianiense-1, AABB-C e A, AABB-Prata, AABB-Sport e Gama.
Já o Grupo B foi composto do Atlético Goianiense-2, AABB-1, AABB-Planalto, Ocidental e Rio Branco.
No Grupo A, a equipe da AABB-C e A venceu seus quatro jogos, classificando-se em primeiro lugar, totalizando 12 pontos ganhos. A equipe nº 1 do Atlético Goianiense ficou com a segunda colocação, com nove. A AABB-Prata ficou em terceiro, com 4 pontos ganhos, o Gama, em quarto, com 3 e a AABB-Sport, em quinto lugar, com um ponto ganho.
A equipe da AABB-Planalto também venceu os quatro jogos que disputou no Grupo B e ficou com a primeira colocação, também somando 12 pontos ganhos. AABB-1 e Rio Branco totalizaram sete pontos ganhos na segunda colocação, sendo que o critério “saldo de gols” deu o segundo lugar ao clube de Brasília. O jogo que decidiu a segunda vaga do Grupo B foi tão equilibrado que os três jogos individuais terminaram empatados (Paulo César 2 x 2 Beto, Jan 1 x 1 Gilney e Marquinhos 2 x 2 Celso). Com isso, a AABB-1 terminou com 5 gols de saldo e o Rio Branco apenas dois. Nas demais colocações tivemos: 4º ACG-2, um ponto ganho, e 5º Ocidental, também com apenas um ponto ganho.
As semifinais e os grupos da Taça de Prata foram disputados no domingo, dia 29.
Na primeira semifinal, a AABB-C e A venceu a AABB-1, por 2 x 0, com as seguintes parciais: Eduardo 3 x 1 Jan, José Ricardo 3 x 0 Marquinhos e Antônio Carlos 1 x 1 Marcelo Silva.
Na outra semifinal, a AABB-Planalto venceu nas três mesas, marcando o placar de 3 x 0 a seu favor (Digão 2 x 0 Francisco, Tarcízio 2 x 1 Thiago e Adolpho 3 x 0 Alberto).
Com esses resultados, qualificaram-se para a final a AABB-C e A e a AABB-Planalto. Esta, jogava pelo empate pois tinha um gol a mais de saldo. Escalados os times e feito o sorteio dos emparceiramentos, os confrontos colocaram frente a frente seis técnicos até então invictos na competição. Na primeira mesa, Tarcízio e Antônio Carlos. Na segunda, Adolpho e Eduardo e, na terceira, Luiz Cláudio e José Ricardo.
Na primeira mesa, apesar das inúmeras chances de gol, principalmente a favor de Tarcízio, o placar não foi mexido: 0 x 0.
Na segunda, um jogo disputadíssimo entre Adolpho e Eduardo, com várias chances de gol de cada lado, bolas nas traves, chegou até o final, pouco antes do toque do relógio, em 1 x 1, quando Adolpho cometeu uma falta, convertida por Eduardo no gol da vitória.
Na terceira mesa, apesar de um início ligeiramente melhor de José Ricardo, foi Luiz Cláudio que abriu o marcador. Ainda no primeiro tempo, José Ricardo empatou. No segundo tempo, num contraataque, José Ricardo marcou 2 x 1. Quando faltavam poucos minutos para o final do jogo, Luiz Cláudio provocou uma falta num jogador colocado na defesa de seu adversário, esperando por um rebote. Sabiamente, José Ricardo lançou para um atacante próximo ao gol de Luiz Cláudio e só rolou a bola no canto, definindo o jogo em 3 x 1.
Estava, assim, definida a Copa Centro-Oeste a favor da equipe C e A, formada pelos irmãos Caldas e Almeida (Antônio Carlos, Eduardo e José Ricardo).


Brilhante participação da equipe da AABB-Planalto.
Na foto: Tarcízio, Adolpho, Domingos (Presidente da FBFM), Luiz Cláudio e Digão


O Atlético Goianiense-1 ficou com a terceira colocação.
Na foto: Francisco, Jan Buarque (o nome do troféu), Alberto e Thiago


A AABB-1 ficou em quarto lugar.
Na foto: Marcelo Silva, Domingos (Presidente da FBFM), Jan e Paulo César


Os troféus receberam os nomes de seis técnicos de Brasília que estavam completando 30 anos na regra três toques. Pelo critério de ordem alfabética, assim ficaram os nomes: 1º lugar – Antônio Carlos Almeida, 2º Eduardo Almeida, 3º Jan Buarque e 4º José Ricardo Almeida; Campeão da Taça de Prata - Luiz Cláudio Caruso e Vice-Campeão da Prata - Paulo Caruso.

TAÇA DE PRATA


Os campeões da Taça de Prata com Domingos, Presidente da FBFM:
Washington, Marcelo Porto e Lucas

AABB-Prata e AABB-Sport e mais o Atlético Goianiense-2 formaram o Grupo C da Taça de Prata. A AABB-Prata venceu seus dois adversários (2 x 1 AABB-Sport e 2 x 0 ACG-2) e qualificou-se para disputar a final com o primeiro colocado do Grupo D.
Este grupo, formado pelo Rio Branco, Ocidental e Gama, também apresentou a vitória do Rio Branco sobre seus dois adversários (2 x 1 Ocidental e 3 x 0 Gama), ficando com a primeira colocação.
Assim, a final da Taça de Prata seria entre AABB-Prata e Rio Branco. Três jogos equilibradíssimos deram a vitória de 2 x 0 para a AABB-Prata: Washington 1 x 0 Celso, Lucas 1 x 1 Beto e Marcelo Porto 1 x 0 Gilney.

Individualmente, a melhor campanha foi a de Eduardo Almeida, único técnico com 100% de aproveitamento. Venceu os seis jogos que disputou. A seguir, com 89% de aproveitamento (cinco vitórias e um empate), José Ricardo Almeida, Marcelo Porto e Tarcízio Dinoá Junior. Também invicto (quatro vitórias e dois empates), Antônio Carlos Almeida alcançou o percentual de 78% de aproveitamento. O trio da AABB-Planalto (Adolpho, Digão e Luiz Cláudio) teve 75% de aproveitamento.

DESTAQUE DA COMPETIÇÃO


Filipe Ribeiro

Na opinião da Diretoria Técnica da V Copa Centro-Oeste, o destaque da competição foi o técnico FILIPE RIBEIRO, do Atlético Goianiense-2.
Devido a sua pouca idade (16 anos) e inexperiência em competições interestaduais (começou na regra em 2008), ele começou tomando uma “sapecada” do Adolpho: 5 x 0. Não se abateu e, logo depois, empatou em 1 x 1 com o experiente Gilney. Sua segunda derrota na competição aconteceu diante de outra fera, Paulo César: 2 x 0. Porém, seu grande resultado aconteceria ainda na primeira fase da competição. Perdia para William Dias por 3 x 0. Sem se perturbar com a adversidade, virou para 4 x 3.
Na Taça de Prata, dois empates com técnicos de Brasília coroaram sua boa participação na Centro-Oeste: 1 x 1 diante de Paulão e um 0 x 0 com o Lucas Porto (diga-se, de passagem, um outro bom garoto do futebol de mesa).
Parabéns, Filipe! Continue persistindo que logo alcançará resultados ainda mais expressivos.

domingo, 22 de novembro de 2009

FOGÃO CAMPEÃO DA PRATA




Na noite do dia 17 de novembro último, aconteceu na AABB-Brasília a final da Taça Brasília 2009 – Série Prata.
Qualificados para esta final, Einstein Martins (Ciranda), campeão do 1º Turno, e Washington Pires (Fogão), campeão do 2º e que, por ter feito melhor campanha em todo o campeonato, jogava por dois resultados iguais. Foi escalado para realizar a arbitragem dos dois jogos regulamentares o 3º colocado da competição, o técnico do Araçatuba, Marcelo Porto.
O primeiro jogo da decisão começou sem muita emoção, com os adversários se respeitando mutuamente. O primeiro chute a gol aconteceu após uma falta feita pelo técnico Einstein, na defesa do Fogão. Diante da surpresa do lance inesperado, Washington fez uma rolada despretensiosa, porque seus atacantes estavam bem marcados. Ainda assim, a bola caiu na frente e próxima de um de seus atacantes, que no arremate não desperdiçou. Fogão 1 x 0. Aproveitando-se do abalo do técnico Einstein, antes de terminar a 1ª etapa o representante do alvinegro carioca ainda arremessou duas bolas na trave.
No retorno do intervalo, o time do Ciranda (melhor ataque do campeonato) foi para cima do Fogão, mas a melhor defesa da competição segurou o ímpeto do “carrossel holandês (o time é laranja!).
Mas, em uma decisão de 100 minutos (dois jogos), com certeza o time em desvantagem partiria para cima.
No segundo jogo, o que se viu foi uma artilharia pesada do Ciranda para cima de um adversário acuado que era o Fogão. No primeiro ataque do Ciranda, no início do jogo, em uma bola fácil, o zagueiro do Fogão fez pênalti. Cobrança perfeita, bola para um lado, goleiro para o outro: Ciranda 1 x 0.
Este resultado ainda dava o título ao Fogão. Tudo mudou quando, em uma bola recuada para o goleiro, dentro da grande área, o zagueiro do Fogão meteu para as próprias redes. Gol contra: Ciranda 2 x 0.
Agora, a taça caminhava para as mãos do técnico do Ciranda, em virtude do time do Fogão não conseguir acertar nada.
Na etapa derradeira, o Fogão deu a saída e conseguiu armar uma jogada no grande círculo, na hora do chute, a bola foi interceptada pelo zagueiro do Ciranda na entrada da grande área.
Parecia que Washington não teria forças para reagir, porque Einstein continuava chutando bolas ao gol do adversário e Washington não aproveitava os contra-ataques.
Faltavam seis minutos para o término do jogo e do campeonato quando o Fogão arrumou uma jogada próxima a grande área, de frente para o crime. Mas em uma jogada excepcional, Einstein tirou a bola. Outra chance daquela dificilmente aconteceria.
Três minutos para o fim. Contra-ataque perfeito do Fogão, outra jogada de frente para o gol. Na hora de proteger a jogada o jogador corre mais do que o necessário, dando ampla condições do zagueiro do Ciranda tirar a bola. Para surpresa de todos, o zagueiro não chegou e aí o Fogão não perdoou. Gol.
O placar de 2 x 1 não interessava para o Ciranda e logo após a saída de bola, ele começou a fazer jogadas próxima a linha do meio de campo. Mas, em uma destas jogadas, Einstein bloqueou o lance no seu campo de defesa. Tiro livre indireto para o Fogão. Washington rolou a bola para o seu campo de defesa, depois deu um passe no ataque e pediu “para o gol”. Os “deuses do futebol de mesa” deixaram o destino desta partida no chute de um jogador botafoguense de nº 13, Zagallo. Prato feito para os supersticiosos! O que aconteceu? Gol.
Fogão 2 x 2 Ciranda. Depois do empate, foi só esperar o apito final do competente árbitro Marcelo Porto. Fogão Campeão!
A Federação Brasiliense de Futebol de Mesa parabeniza a todos os participantes da Série Prata da Taça Brasília, em especial aos finalistas pela final digna deste esporte tão empolgante que é o futebol de mesa.

NÚMEROS FINAIS

Em todo o campeonato, foram realizados 81 jogos e marcados 230 gols, alcançando-se a média de 2,8 por jogo.
O melhor ataque do campeonato foi o do Ciranda, com 44 gols, seguido do Araçatuba, com 37, Fogão, 30 e Napoli, 29.
Já a melhor defesa foi a do Fogão, com apenas 9 gols contra. A segunda melhor retaguarda pertenceu ao Leão do Norte (Paulo Roberto Holanda), com 10. O Araçatuba teve a terceira melhor defesa, com 17 gols contra.
O artilheiro da Série Prata da Taça Brasília foi o nº 22, do Araçatuba, com 16 gols. Na segunda colocação, o nº 13, do Ciranda, com 12. Colado nele, o nº 11, do Fogão, com 11 gols. Logo depois, o nº 1 do Ciranda, com 10.

Estas foram as demais colocações do campeonato:
4º - Paulo Roberto Holanda (Leão do Norte), 32 pontos ganhos;
5º - Roberto Pessoa (Napoli), 28;
6º - Marco Antônio Tierno (Mandrake), 18;
7º - Marcus Amorim (Manto Sagrado), 10;
8º - Wellington Cristiano (Urubu), 10;
9º - José Paulo Neto (Exor), 8.

Obs.: o técnico Alcides Figueira Filho (Palmeiras) disputou apenas o primeiro turno.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

PAULO CÉSAR VENCE TAÇA BRASÍLIA PELA QUINTA VEZ




A 24ª edição da Taça Brasília de Futebol de Mesa, o campeonato individual da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, teve sua definição na noite de 12 de novembro, na AABB.
Conforme previsto no regulamento do torneio, a decisão se daria em dois jogos, ambos arbitrados pelo terceiro colocado (José Ricardo Almeida), entre o campeão do 1º turno, o Amigos, de Paulo César Faria, e o vencedor do 2º turno, a Juventus, de Eduardo Almeida.
Por somar o maior número de pontos em todo o campeonato, Paulo César jogava por dois empates, ou dois resultados, vitória e derrota, com a mesma diferença de gols.
Às 20 horas e dez minutos teve início o primeiro jogo.
Os técnicos começaram o jogo com bastante cautela, com as defesas sobressaindo sobre os ataques.
Depois que conseguiu marcar seu primeiro gol, Paulo César dominou amplamente o jogo, chegando aos 2 x 0 e perdendo boas oportunidades para ampliar o marcador, o que praticamente decidiria o torneio a seu favor. Eduardo parecia que havia sentido o golpe dos dois primeiros gols e não conseguia acertar seus passes. Quando acertava, a bola caprichosamente ia para o lado que facilitava a tirada pela defesa de Paulo César.
Por outro lado, Paulo César estava muito bem na armação de suas jogadas. Jogando com o resultado a seu favor, colocava sempre Eduardo em situação de perigo de gol. Mas o resultado não foi alterado e terminou mesmo 2 x 0 a favor de Paulo César.
Com isso, só perderia o campeonato se sofresse uma derrota com pelo menos três gols de diferença no segundo jogo.
As maiores emoções estavam guardadas para o jogo seguinte.
Como todo bom botafoguense, supersticioso, Eduardo solicitou que fosse trocada a bolinha.
No segundo jogo, logo no começo da partida, Eduardo errou uma chegada na sua defesa. Ainda assim, a bola ficou perto de um jogador seu. Paulo César pediu a gol. Incrível, fez falta. Na cobrança da falta, Eduardo marcou seu primeiro gol.
A sorte parecia que tinha mudado de lado. Poucos minutos depois, ao tentar tirar uma bola na sua defesa, Eduardo cometeu falta frontal, na sua intermediária. Paulo César cobrou e acertou o meio do goleiro de Eduardo. No rebote, a bola voltou próxima a um jogador do Eduardo. Este armou a jogada e fez o segundo gol. Tudo isso com menos de dez minutos de jogo.
As coisas continuavam dando certo para Eduardo. O terceiro gol saiu minutos depois, num chute que parecia não oferecer perigo ao gol de Paulo César, pois a bola estava muito próxima do jogador de Eduardo, no meio-de-campo. Como não tinha mais nada para fazer, Eduardo pediu a gol. Paulo César adiantou o goleiro, pois não havia condições dele ser encoberto. A bola caprichosamente entrou rasteirinha no canto do goleiro. Logo depois, terminou o primeiro tempo com o placar de 3 x 0 favorável ao Eduardo.
Parecia que Eduardo venceria com uma certa tranqüilidade. Mas, o futebol de mesa também tem seus mistérios e surpresas.
Antes de completarmos os cinco primeiros minutos do segundo tempo, numa bola fácil de ser tirada, Paulo César cometeu falta. Se Eduardo convertesse, colocava uma das mãos na taça. Cobrada a falta, a bola acertou a trave e saiu pela linha de fundo.
Na cobrança do tiro de meta, Paulo César chegou muito bem numa jogada pela ponta direita. Mesmo assim, Eduardo conseguiu tocar a bola. Tentou jogá-la para um lugar da mesa onde Paulo César não conseguisse armar o contra-ataque. Desta vez não foi feliz. Aproveitando-se do posicionamento de dois jogadores em impedimento, Paulo César conseguiu armar uma jogada dentro da área de Eduardo. Resultado: primeiro gol de Paulo César. Este gol já lhe dava o título.
Mas o jogo ficou mais nervoso e os erros aumentaram. Num deles, Paulo César poderia armar uma boa jogada pela direita. Ao dar o primeiro toque ainda na sua defesa, a bola ultrapassou a linha de meio-de-campo. Poderia tentar o passe no segundo lance, no ponta-direita mas, usando de toda a sua experiência, preferiu colocar seu jogador próximo a bola, protegendo-a. Eduardo tentou tirar a bola, esta bateu no jogador de Paulo César. Ele deu um pequeno corte na bola, acertou o passe no meio-de-campo, com a bola sobrando para o chute de um jogador colocado na sua defesa. O chute, um pombo sem asa, um canudo, cobriu o goleiro, estufando as redes.
Eduardo ainda teve a chance de marcar o quarto gol, que poderia colocar fogo no jogo. Num chute cruzado, acertou o travessão e a bola saiu pela lateral.
Daí em diante, praticamente não teve mais jogo. Eduardo tentando acertar os passes na correria, errando mais do que acertando. Paulo César segurando a bola, com bastante técnica, sem arriscar.
Toca o relógio. Paulo César pôde comemorar seu quinto título de Taça Brasília. Os outros foram nos anos de 1995, 2002, 2004 e 2005.
Parabéns, The Doctor.
As demais colocações foram ocupadas por: 3º José Ricardo Almeida (Estrela Solitária), 4º Jan Buarque (Corinthians), 5º Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), 6º Marcelo Silva (Titânico), 7º Antônio Carlos Almeida (Verdão), 8º Rodrigo Caruso (Meninos da Vila), 9º Luciano Sampaio (Sampa), 10º Sérgio Motta (Mengole) e em 11º lugar, Luiz Cláudio Caruso (Triturador) e Marcelo Motta (Raça), ambos eliminados do campeonato porque ultrapassaram o limite de WOs.