sábado, 30 de janeiro de 2010

QUINZE TÉCNICOS PARTICIPARÃO DA COPA PLANALTO 2010

Encerrado o prazo para inscrições, tivemos a confirmação de que 15 técnicos participarão da segunda edição da Copa Planalto.
Efetuado o sorteio, assim ficaram os dois grupos da Primeira Fase:

GRUPO A


ADOLPHO PARENTE (CAVALO DE TRÓIA)
ALCIDES FIGUEIRA FILHO (PALMEIRAS)
ANTÔNIO CARLOS ALMEIDA (VERDÃO)
EDUARDO ALMEIDA (JUVENTUS)
MARCELO MOTTA (RAÇA)
MARCELO SILVA (TITÂNICO)
PAULO ROBERTO HOLANDA (LEÃO DO NORTE)
RICARDO MOTTA (CAMISA 12)

GRUPO B

EINSTEIN MARTINS (CIRANDA)
JOSÉ RICARDO ALMEIDA (ESTRELA SOLITÁRIA)
PAULO CÉSAR FARIA (AMIGOS)
ROBERTO PESSOA (NAPOLI)
RODRIGO CARUSO (MENINOS DA VILA)
SÉRGIO MOTTA (MENGOLE)
TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR (CENTENÁRIO)

Conforme previsto no regulamento da competição, classificam-se para a Segunda Fase os cinco primeiros colocados do Grupo A e os quatro melhores do Grupo B.
Na Segunda Fase, os nove classificados serão divididos em três novos grupos. Os três primeiros colocados desses grupos decidirão o torneio em um triangular. Os segundos colocados decidirão da 4ª a 6ª posição e os terceiros do 7º ao 9º lugar.

EDUARDO ALMEIDA É O CAMPEÃO DOS CAMPEÕES



Contando com a participação de apenas seis dos onze qualificados para a edição 2009, a Copa dos Campeões foi realizada neste sábado, 30 de janeiro de 2010, no sistema “todos contra todos”.
Com muitos méritos, a Juventus, de Eduardo Almeida, conquistou o título com uma rodada de antecedência. Venceu suas quatro primeiras partidas e empatou a última, não dando chances aos adversários.
Iniciou goleando seu irmão José Ricardo Almeida (3 x 0), teve dois resultados iguais e apertados contra Rodrigo Caruso e Adolpho Parente (3 x 2), aplicou novamente um 3 x 0 sobre Luiz Cláudio Caruso e, já em ritmo de festa, empatou em 1 x 1 com Paulo César Faria.
Na segunda colocação, com nove pontos, chegou Luiz Cláudio Caruso (Triturador). Adolpho Parente (Cavalo de Tróia) e José Ricardo Almeida (Estrela Solitária) somaram sete pontos, sendo que o critério saldo de gols deu a terceira colocação ao Adolpho.
Paulo César Faria (Amigos) ficou em quinto lugar, com cinco pontos ganhos e Rodrigo Caruso (Meninos da Vila) com a sexta e última posição, com apenas um ponto ganho.
A temporada 2010 terá início na próxima terça-feira, com a realização dos primeiros jogos da 2ª Copa Planalto.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

AABB-C e A VENCE A V COPA CENTRO-OESTE


Os campeões José Ricardo, Antônio Carlos e Eduardo

Mais uma vez (pelo quinto ano consecutivo), a AABB-Brasília sediou a Copa Centro-Oeste Interclubes de Futebol de Mesa, disputada nos dias 28 e 29 de novembro de 2009, com a presença de dez equipes, sendo cinco de Brasília (DF), uma do Gama (DF), uma da Cidade Ocidental (GO), duas de Goiânia (GO) e uma convidada, o Rio Branco, de Americana (SP).
Pela primeira vez, as equipes foram formadas por três técnicos.
As equipes que representaram Brasília foram:
AABB-1 (de Brasília-DF): Jan Buarque, Marcelo Silva, Marcos Mendes (Marquinhos) e Paulo César Faria;
AABB-C e A (de Brasília-DF): Antônio Carlos Almeida, Eduardo Almeida e José Ricardo Almeida;
AABB-Planalto (de Brasília-DF): Adolpho Parente, Luiz Cláudio Caruso, Rodrigo Caruso (Digão) e Tarcízio Dinoá Junior;
AABB-Prata: Einstein Martins, José Paulo Neto, Lucas Porto, Marcelo Porto e Washington Pires;
AABB-Sport: Donisete Medeiros, Paulo Roberto Holanda (Paulão) e Roberto Pessoa.
Defenderam o futebol de mesa de Goiânia duas equipes do Atlético Goianiense, a saber:
Atlético Goianiense-1: Alberto Chaer, Francisco José e Thiago José;
Atlético Goianiense-2: Filipe Ribeiro, Joaquim de Sá e Wagner de Sá.
A cidade-satélite do Gama foi representada pela equipe do Gama, formada por André Brandão, Paulo Airton e Paulo Airton Junior.
A equipe da Cidade Ocidental (GO) foi formada pelos botonistas Leonardo Brandão, Márcio Gomes e William Dias.
A equipe convidada deste ano foi a do Rio Branco, de Americana (SP), que teve a defendê-la os técnicos Celso de Assis, Gilney Medeiros e Luiz Humberto Magrini (Beto).
Na primeira fase, disputada no dia 28 de novembro, as dez equipes foram divididas em dois grupos, dos quais os dois primeiros colocados se classificavam para a fase final do certame e as demais disputariam a Taça de Prata.
O Grupo A foi formado pelo Atlético Goianiense-1, AABB-C e A, AABB-Prata, AABB-Sport e Gama.
Já o Grupo B foi composto do Atlético Goianiense-2, AABB-1, AABB-Planalto, Ocidental e Rio Branco.
No Grupo A, a equipe da AABB-C e A venceu seus quatro jogos, classificando-se em primeiro lugar, totalizando 12 pontos ganhos. A equipe nº 1 do Atlético Goianiense ficou com a segunda colocação, com nove. A AABB-Prata ficou em terceiro, com 4 pontos ganhos, o Gama, em quarto, com 3 e a AABB-Sport, em quinto lugar, com um ponto ganho.
A equipe da AABB-Planalto também venceu os quatro jogos que disputou no Grupo B e ficou com a primeira colocação, também somando 12 pontos ganhos. AABB-1 e Rio Branco totalizaram sete pontos ganhos na segunda colocação, sendo que o critério “saldo de gols” deu o segundo lugar ao clube de Brasília. O jogo que decidiu a segunda vaga do Grupo B foi tão equilibrado que os três jogos individuais terminaram empatados (Paulo César 2 x 2 Beto, Jan 1 x 1 Gilney e Marquinhos 2 x 2 Celso). Com isso, a AABB-1 terminou com 5 gols de saldo e o Rio Branco apenas dois. Nas demais colocações tivemos: 4º ACG-2, um ponto ganho, e 5º Ocidental, também com apenas um ponto ganho.
As semifinais e os grupos da Taça de Prata foram disputados no domingo, dia 29.
Na primeira semifinal, a AABB-C e A venceu a AABB-1, por 2 x 0, com as seguintes parciais: Eduardo 3 x 1 Jan, José Ricardo 3 x 0 Marquinhos e Antônio Carlos 1 x 1 Marcelo Silva.
Na outra semifinal, a AABB-Planalto venceu nas três mesas, marcando o placar de 3 x 0 a seu favor (Digão 2 x 0 Francisco, Tarcízio 2 x 1 Thiago e Adolpho 3 x 0 Alberto).
Com esses resultados, qualificaram-se para a final a AABB-C e A e a AABB-Planalto. Esta, jogava pelo empate pois tinha um gol a mais de saldo. Escalados os times e feito o sorteio dos emparceiramentos, os confrontos colocaram frente a frente seis técnicos até então invictos na competição. Na primeira mesa, Tarcízio e Antônio Carlos. Na segunda, Adolpho e Eduardo e, na terceira, Luiz Cláudio e José Ricardo.
Na primeira mesa, apesar das inúmeras chances de gol, principalmente a favor de Tarcízio, o placar não foi mexido: 0 x 0.
Na segunda, um jogo disputadíssimo entre Adolpho e Eduardo, com várias chances de gol de cada lado, bolas nas traves, chegou até o final, pouco antes do toque do relógio, em 1 x 1, quando Adolpho cometeu uma falta, convertida por Eduardo no gol da vitória.
Na terceira mesa, apesar de um início ligeiramente melhor de José Ricardo, foi Luiz Cláudio que abriu o marcador. Ainda no primeiro tempo, José Ricardo empatou. No segundo tempo, num contraataque, José Ricardo marcou 2 x 1. Quando faltavam poucos minutos para o final do jogo, Luiz Cláudio provocou uma falta num jogador colocado na defesa de seu adversário, esperando por um rebote. Sabiamente, José Ricardo lançou para um atacante próximo ao gol de Luiz Cláudio e só rolou a bola no canto, definindo o jogo em 3 x 1.
Estava, assim, definida a Copa Centro-Oeste a favor da equipe C e A, formada pelos irmãos Caldas e Almeida (Antônio Carlos, Eduardo e José Ricardo).


Brilhante participação da equipe da AABB-Planalto.
Na foto: Tarcízio, Adolpho, Domingos (Presidente da FBFM), Luiz Cláudio e Digão


O Atlético Goianiense-1 ficou com a terceira colocação.
Na foto: Francisco, Jan Buarque (o nome do troféu), Alberto e Thiago


A AABB-1 ficou em quarto lugar.
Na foto: Marcelo Silva, Domingos (Presidente da FBFM), Jan e Paulo César


Os troféus receberam os nomes de seis técnicos de Brasília que estavam completando 30 anos na regra três toques. Pelo critério de ordem alfabética, assim ficaram os nomes: 1º lugar – Antônio Carlos Almeida, 2º Eduardo Almeida, 3º Jan Buarque e 4º José Ricardo Almeida; Campeão da Taça de Prata - Luiz Cláudio Caruso e Vice-Campeão da Prata - Paulo Caruso.

TAÇA DE PRATA


Os campeões da Taça de Prata com Domingos, Presidente da FBFM:
Washington, Marcelo Porto e Lucas

AABB-Prata e AABB-Sport e mais o Atlético Goianiense-2 formaram o Grupo C da Taça de Prata. A AABB-Prata venceu seus dois adversários (2 x 1 AABB-Sport e 2 x 0 ACG-2) e qualificou-se para disputar a final com o primeiro colocado do Grupo D.
Este grupo, formado pelo Rio Branco, Ocidental e Gama, também apresentou a vitória do Rio Branco sobre seus dois adversários (2 x 1 Ocidental e 3 x 0 Gama), ficando com a primeira colocação.
Assim, a final da Taça de Prata seria entre AABB-Prata e Rio Branco. Três jogos equilibradíssimos deram a vitória de 2 x 0 para a AABB-Prata: Washington 1 x 0 Celso, Lucas 1 x 1 Beto e Marcelo Porto 1 x 0 Gilney.

Individualmente, a melhor campanha foi a de Eduardo Almeida, único técnico com 100% de aproveitamento. Venceu os seis jogos que disputou. A seguir, com 89% de aproveitamento (cinco vitórias e um empate), José Ricardo Almeida, Marcelo Porto e Tarcízio Dinoá Junior. Também invicto (quatro vitórias e dois empates), Antônio Carlos Almeida alcançou o percentual de 78% de aproveitamento. O trio da AABB-Planalto (Adolpho, Digão e Luiz Cláudio) teve 75% de aproveitamento.

DESTAQUE DA COMPETIÇÃO


Filipe Ribeiro

Na opinião da Diretoria Técnica da V Copa Centro-Oeste, o destaque da competição foi o técnico FILIPE RIBEIRO, do Atlético Goianiense-2.
Devido a sua pouca idade (16 anos) e inexperiência em competições interestaduais (começou na regra em 2008), ele começou tomando uma “sapecada” do Adolpho: 5 x 0. Não se abateu e, logo depois, empatou em 1 x 1 com o experiente Gilney. Sua segunda derrota na competição aconteceu diante de outra fera, Paulo César: 2 x 0. Porém, seu grande resultado aconteceria ainda na primeira fase da competição. Perdia para William Dias por 3 x 0. Sem se perturbar com a adversidade, virou para 4 x 3.
Na Taça de Prata, dois empates com técnicos de Brasília coroaram sua boa participação na Centro-Oeste: 1 x 1 diante de Paulão e um 0 x 0 com o Lucas Porto (diga-se, de passagem, um outro bom garoto do futebol de mesa).
Parabéns, Filipe! Continue persistindo que logo alcançará resultados ainda mais expressivos.

domingo, 22 de novembro de 2009

FOGÃO CAMPEÃO DA PRATA




Na noite do dia 17 de novembro último, aconteceu na AABB-Brasília a final da Taça Brasília 2009 – Série Prata.
Qualificados para esta final, Einstein Martins (Ciranda), campeão do 1º Turno, e Washington Pires (Fogão), campeão do 2º e que, por ter feito melhor campanha em todo o campeonato, jogava por dois resultados iguais. Foi escalado para realizar a arbitragem dos dois jogos regulamentares o 3º colocado da competição, o técnico do Araçatuba, Marcelo Porto.
O primeiro jogo da decisão começou sem muita emoção, com os adversários se respeitando mutuamente. O primeiro chute a gol aconteceu após uma falta feita pelo técnico Einstein, na defesa do Fogão. Diante da surpresa do lance inesperado, Washington fez uma rolada despretensiosa, porque seus atacantes estavam bem marcados. Ainda assim, a bola caiu na frente e próxima de um de seus atacantes, que no arremate não desperdiçou. Fogão 1 x 0. Aproveitando-se do abalo do técnico Einstein, antes de terminar a 1ª etapa o representante do alvinegro carioca ainda arremessou duas bolas na trave.
No retorno do intervalo, o time do Ciranda (melhor ataque do campeonato) foi para cima do Fogão, mas a melhor defesa da competição segurou o ímpeto do “carrossel holandês (o time é laranja!).
Mas, em uma decisão de 100 minutos (dois jogos), com certeza o time em desvantagem partiria para cima.
No segundo jogo, o que se viu foi uma artilharia pesada do Ciranda para cima de um adversário acuado que era o Fogão. No primeiro ataque do Ciranda, no início do jogo, em uma bola fácil, o zagueiro do Fogão fez pênalti. Cobrança perfeita, bola para um lado, goleiro para o outro: Ciranda 1 x 0.
Este resultado ainda dava o título ao Fogão. Tudo mudou quando, em uma bola recuada para o goleiro, dentro da grande área, o zagueiro do Fogão meteu para as próprias redes. Gol contra: Ciranda 2 x 0.
Agora, a taça caminhava para as mãos do técnico do Ciranda, em virtude do time do Fogão não conseguir acertar nada.
Na etapa derradeira, o Fogão deu a saída e conseguiu armar uma jogada no grande círculo, na hora do chute, a bola foi interceptada pelo zagueiro do Ciranda na entrada da grande área.
Parecia que Washington não teria forças para reagir, porque Einstein continuava chutando bolas ao gol do adversário e Washington não aproveitava os contra-ataques.
Faltavam seis minutos para o término do jogo e do campeonato quando o Fogão arrumou uma jogada próxima a grande área, de frente para o crime. Mas em uma jogada excepcional, Einstein tirou a bola. Outra chance daquela dificilmente aconteceria.
Três minutos para o fim. Contra-ataque perfeito do Fogão, outra jogada de frente para o gol. Na hora de proteger a jogada o jogador corre mais do que o necessário, dando ampla condições do zagueiro do Ciranda tirar a bola. Para surpresa de todos, o zagueiro não chegou e aí o Fogão não perdoou. Gol.
O placar de 2 x 1 não interessava para o Ciranda e logo após a saída de bola, ele começou a fazer jogadas próxima a linha do meio de campo. Mas, em uma destas jogadas, Einstein bloqueou o lance no seu campo de defesa. Tiro livre indireto para o Fogão. Washington rolou a bola para o seu campo de defesa, depois deu um passe no ataque e pediu “para o gol”. Os “deuses do futebol de mesa” deixaram o destino desta partida no chute de um jogador botafoguense de nº 13, Zagallo. Prato feito para os supersticiosos! O que aconteceu? Gol.
Fogão 2 x 2 Ciranda. Depois do empate, foi só esperar o apito final do competente árbitro Marcelo Porto. Fogão Campeão!
A Federação Brasiliense de Futebol de Mesa parabeniza a todos os participantes da Série Prata da Taça Brasília, em especial aos finalistas pela final digna deste esporte tão empolgante que é o futebol de mesa.

NÚMEROS FINAIS

Em todo o campeonato, foram realizados 81 jogos e marcados 230 gols, alcançando-se a média de 2,8 por jogo.
O melhor ataque do campeonato foi o do Ciranda, com 44 gols, seguido do Araçatuba, com 37, Fogão, 30 e Napoli, 29.
Já a melhor defesa foi a do Fogão, com apenas 9 gols contra. A segunda melhor retaguarda pertenceu ao Leão do Norte (Paulo Roberto Holanda), com 10. O Araçatuba teve a terceira melhor defesa, com 17 gols contra.
O artilheiro da Série Prata da Taça Brasília foi o nº 22, do Araçatuba, com 16 gols. Na segunda colocação, o nº 13, do Ciranda, com 12. Colado nele, o nº 11, do Fogão, com 11 gols. Logo depois, o nº 1 do Ciranda, com 10.

Estas foram as demais colocações do campeonato:
4º - Paulo Roberto Holanda (Leão do Norte), 32 pontos ganhos;
5º - Roberto Pessoa (Napoli), 28;
6º - Marco Antônio Tierno (Mandrake), 18;
7º - Marcus Amorim (Manto Sagrado), 10;
8º - Wellington Cristiano (Urubu), 10;
9º - José Paulo Neto (Exor), 8.

Obs.: o técnico Alcides Figueira Filho (Palmeiras) disputou apenas o primeiro turno.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

PAULO CÉSAR VENCE TAÇA BRASÍLIA PELA QUINTA VEZ




A 24ª edição da Taça Brasília de Futebol de Mesa, o campeonato individual da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, teve sua definição na noite de 12 de novembro, na AABB.
Conforme previsto no regulamento do torneio, a decisão se daria em dois jogos, ambos arbitrados pelo terceiro colocado (José Ricardo Almeida), entre o campeão do 1º turno, o Amigos, de Paulo César Faria, e o vencedor do 2º turno, a Juventus, de Eduardo Almeida.
Por somar o maior número de pontos em todo o campeonato, Paulo César jogava por dois empates, ou dois resultados, vitória e derrota, com a mesma diferença de gols.
Às 20 horas e dez minutos teve início o primeiro jogo.
Os técnicos começaram o jogo com bastante cautela, com as defesas sobressaindo sobre os ataques.
Depois que conseguiu marcar seu primeiro gol, Paulo César dominou amplamente o jogo, chegando aos 2 x 0 e perdendo boas oportunidades para ampliar o marcador, o que praticamente decidiria o torneio a seu favor. Eduardo parecia que havia sentido o golpe dos dois primeiros gols e não conseguia acertar seus passes. Quando acertava, a bola caprichosamente ia para o lado que facilitava a tirada pela defesa de Paulo César.
Por outro lado, Paulo César estava muito bem na armação de suas jogadas. Jogando com o resultado a seu favor, colocava sempre Eduardo em situação de perigo de gol. Mas o resultado não foi alterado e terminou mesmo 2 x 0 a favor de Paulo César.
Com isso, só perderia o campeonato se sofresse uma derrota com pelo menos três gols de diferença no segundo jogo.
As maiores emoções estavam guardadas para o jogo seguinte.
Como todo bom botafoguense, supersticioso, Eduardo solicitou que fosse trocada a bolinha.
No segundo jogo, logo no começo da partida, Eduardo errou uma chegada na sua defesa. Ainda assim, a bola ficou perto de um jogador seu. Paulo César pediu a gol. Incrível, fez falta. Na cobrança da falta, Eduardo marcou seu primeiro gol.
A sorte parecia que tinha mudado de lado. Poucos minutos depois, ao tentar tirar uma bola na sua defesa, Eduardo cometeu falta frontal, na sua intermediária. Paulo César cobrou e acertou o meio do goleiro de Eduardo. No rebote, a bola voltou próxima a um jogador do Eduardo. Este armou a jogada e fez o segundo gol. Tudo isso com menos de dez minutos de jogo.
As coisas continuavam dando certo para Eduardo. O terceiro gol saiu minutos depois, num chute que parecia não oferecer perigo ao gol de Paulo César, pois a bola estava muito próxima do jogador de Eduardo, no meio-de-campo. Como não tinha mais nada para fazer, Eduardo pediu a gol. Paulo César adiantou o goleiro, pois não havia condições dele ser encoberto. A bola caprichosamente entrou rasteirinha no canto do goleiro. Logo depois, terminou o primeiro tempo com o placar de 3 x 0 favorável ao Eduardo.
Parecia que Eduardo venceria com uma certa tranqüilidade. Mas, o futebol de mesa também tem seus mistérios e surpresas.
Antes de completarmos os cinco primeiros minutos do segundo tempo, numa bola fácil de ser tirada, Paulo César cometeu falta. Se Eduardo convertesse, colocava uma das mãos na taça. Cobrada a falta, a bola acertou a trave e saiu pela linha de fundo.
Na cobrança do tiro de meta, Paulo César chegou muito bem numa jogada pela ponta direita. Mesmo assim, Eduardo conseguiu tocar a bola. Tentou jogá-la para um lugar da mesa onde Paulo César não conseguisse armar o contra-ataque. Desta vez não foi feliz. Aproveitando-se do posicionamento de dois jogadores em impedimento, Paulo César conseguiu armar uma jogada dentro da área de Eduardo. Resultado: primeiro gol de Paulo César. Este gol já lhe dava o título.
Mas o jogo ficou mais nervoso e os erros aumentaram. Num deles, Paulo César poderia armar uma boa jogada pela direita. Ao dar o primeiro toque ainda na sua defesa, a bola ultrapassou a linha de meio-de-campo. Poderia tentar o passe no segundo lance, no ponta-direita mas, usando de toda a sua experiência, preferiu colocar seu jogador próximo a bola, protegendo-a. Eduardo tentou tirar a bola, esta bateu no jogador de Paulo César. Ele deu um pequeno corte na bola, acertou o passe no meio-de-campo, com a bola sobrando para o chute de um jogador colocado na sua defesa. O chute, um pombo sem asa, um canudo, cobriu o goleiro, estufando as redes.
Eduardo ainda teve a chance de marcar o quarto gol, que poderia colocar fogo no jogo. Num chute cruzado, acertou o travessão e a bola saiu pela lateral.
Daí em diante, praticamente não teve mais jogo. Eduardo tentando acertar os passes na correria, errando mais do que acertando. Paulo César segurando a bola, com bastante técnica, sem arriscar.
Toca o relógio. Paulo César pôde comemorar seu quinto título de Taça Brasília. Os outros foram nos anos de 1995, 2002, 2004 e 2005.
Parabéns, The Doctor.
As demais colocações foram ocupadas por: 3º José Ricardo Almeida (Estrela Solitária), 4º Jan Buarque (Corinthians), 5º Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), 6º Marcelo Silva (Titânico), 7º Antônio Carlos Almeida (Verdão), 8º Rodrigo Caruso (Meninos da Vila), 9º Luciano Sampaio (Sampa), 10º Sérgio Motta (Mengole) e em 11º lugar, Luiz Cláudio Caruso (Triturador) e Marcelo Motta (Raça), ambos eliminados do campeonato porque ultrapassaram o limite de WOs.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

EDUARDO ALMEIDA (Juventus) VENCE O 2º TURNO DA TAÇA BRASÍLIA


Tal qual aconteceu no primeiro, o segundo turno da Taça Brasília - Série Ouro também teve sua definição na última rodada. Mais uma vez tivemos jogos bastante equilibrados, decididos nos pequenos detalhes.
O segundo turno da Série Ouro da Taça Brasília foi realizado no período de 6 a 27 de outubro. Era para contar com a participações dos 12 técnicos que disputaram o primeiro turno, mas, infelizmente, problemas alheios à vontade de dois (Luiz Cláudio Caruso - Triturador e Marcelo Motta - Raça), fizeram com que essa etapa da Taça Brasília contasse com apenas dez.
Mas, nem por isso, faltaram emoções e jogos muito bem disputados.
Chegamos a última rodada, no dia 27 de outubro, com seis técnicos com chances matemáticas. O único que dependia exclusivamente de seus próprios esforços para conquistar o segundo turno era Eduardo Almeida, que somava 22 pontos e realizaria dois jogos (Adolpho e Sérgio Motta), podendo, portanto, chegar aos inalcançáveis 28 pontos. Também poderia conquistar o turno com outras combinações. Era o maior favorito!
Jan Buarque (Corinthians) tinha um jogo a mais que Eduardo e somava 23 pontos ganhos. Torcia para que Eduardo perdesse os dois jogos e teria que vencer seu último jogo, contra José Ricardo, chegando aos 26 pontos. Também teria que torcer contra Paulo César Faria, que tem dois jogos (Sérgio Motta e Adolpho), e também poderia chegar aos 26 pontos. Aí a definição seria através dos critérios de desempate.
Também com dez jogos realizados e 21 pontos ganhos, Rodrigo Caruso (Meninos da Vila) torcia por uma grande combinação de resultados que poderia lhe dar o título do segundo turno. Seu último jogo seria contra José Ricardo e teria que vencer, chegando aos 24 pontos ganhos e passando a secar seus adversários numa grande combinação de resultados para ficar com o título.
Com 20 pontos ganhos e nove jogos, José Ricardo Almeida (Estrela Solitária) torcia, primeiramente, para que Eduardo não vencesse seus dois jogos. Depois, teria que vencer os dois jogos que tinha para fazer, contra Rodrigo Caruso e Jan Buarque. Dependendo dos resultados, poderia entrar como o técnico de melhor campanha em toda a Taça Brasília, torcendo para que Paulo César Faria perdesse um e empatasse o outro jogo que teria.
Paulo César Faria (Amigos), também com 20 pontos ganhos em nove jogos, teria que vencer seus dois jogos (Motta e Adolpho) e torcer contra os demais cinco técnicos para conquistar o segundo turno e de forma antecipada a Taça Brasília. Vencendo um dos seus jogos, tiraria a chance de José Ricardo Almeida passar a ser o técnico com mais pontos.
O último com chances matemáticas era Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), que chegou na última rodada com 18 pontos ganhos e nove jogos e dependeria de vários resultados negativos de seus cinco adversários para ainda ter chances de ficar com o título. Somente esta combinação daria o título ao Cavalo de Tróia: vitória ou empate do Mengole contra Amigos e Juventus; vitórias do Cavalo de Tróia sobre os mesmos adversários do Mengole; vitória do Meninos da Vila sobre o Estrela Solitária e deste contra o Corinthians; neste caso, empataria com o Meninos da Vila e a decisão seria nos critérios de desempate. Uma vitória do Juventus ou do Corinthians ou duas vitórias do Amigos e Estrela Solitária acabariam com as suas chances.
E a bola começa a rolar.
No único jogo que não interferiria na disputa pelo título, Marcelo Silva (Titânico) venceu Luciano Sampaio (Sampa), por 2 x 0. Nos outros dois, adrenalina a mil. A Juventus de Eduardo Almeida botou uma das mãos na taça ao vencer Adolpho, por 2 x 0. No outro jogo, Mengole e Amigos empatavam até o final do jogo. Faltando um minuto para o término do jogo, Paulo César arma uma jogada na entrada da meia-lua e chuta do meio do goleiro de Motta. A bola bate ainda num jogador seu (passe) e, para não deixar a bola em sua defesa tenta jogá-la o mais longe possível e na lateral. Acontece que a bola sai em lateral pró-Motta. Este lança para o ataque, arma a jogada de frente para o gol de Paulo César. Tudo isso, já nos acréscimos. Paulo César tenta tirar a bola e faz falta. Motta bate e converte em gol: 1 x 0.
Após esses resultados, Adolpho e Paulo César não tinham mais chances de ganhar o segundo turno.
Veio a segunda rodada, com apenas dois jogos. Um, envolvendo candidatos ao título do turno: José Ricardo Almeida e Rodrigo Caruso. José Ricardo venceu por 2 x 0, também eliminando as possibilidade de Rodrigo Caruso ganhar o returno. No outro jogo, Antônio Carlos Almeida (Verdão) 2 x 1 Luciano Sampaio.
Chegamos a terceira e decisiva rodada, com três técnicos ainda sonhando com o título de campeão do 2º turno: Eduardo, Jan e José Ricardo.
Primeiramente, no jogo que acabou com as chances de José Ricardo disputar o triangular final como técnico de melhor campanha, Paulo César venceu Adolpho, por 1 x 0.
Em jogo muito bem disputado e bastante equilibrado, Jan e José Ricardo empataram em 2 x 2. O curioso é que esse resultado fez com que ambos ficassem com campanhas exatamente iguais no segundo turno.
No jogo que decidiu o segundo turno, Eduardo venceu Sérgio Motta por 2 x 0 e garantiu sua presença na finalíssima, contra Paulo César Faria, em dois jogos.
A campanha do campeão foi a seguinte: 11 jogos, 9 vitórias, 1 empate e 1 derrota, 18 gols a favor e 4 contra, somando 28 pontos ganhos, com aproveitamento de 84,8%. Seu aproveitamento foi um pouco melhor que o de Paulo César no primeiro turno (82%).
Conforme estabelece o regulamento da Taça Brasília, caso um técnico vencesse os dois turnos seria declarado automaticamente campeão. Acontecendo de dois técnicos vencerem os turnos, estes decidirão a Taça em dois jogos. A outra hipótese seria a de um terceiro técnico somar mais pontos que os dois campeões de turnos. Assim, aconteceria um triangular final para apontar o campeão de 2009.
A classificação final do 2º turno foi a seguinte:
CAMPEÃO: Eduardo Almeida (Juventus), 28 pontos ganhos;
VICE-CAMPEÕES: José Ricardo Almeida (Estrela Solitária) e Jan Buarque (Corinthians), 24 (detalhe: ambos com 11 jogos, 7 vitórias, 3 empates e 1 derrota; 17 gols a favor e 9 contra);
4º - Paulo César Faria (Amigos), 23;
5º - Rodrigo Caruso (Meninos da Vila), 21;
6º - Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), 18;
7º - Marcelo Silva (Titânico), 16;
8º - Sérgio Motta (Mengole), 13;
9º - Antônio Carlos Almeida (Verdão), 12;
10º - Luciano Sampaio (Sampa), 7.
A final da Taça Brasília 2009 – Série Ouro deverá acontecer no próximo dia 12 de novembro, a partir das 20 horas, na AABB.
Pelo segundo ano consecutivo (em 2008 foi Luciano Sampaio) poderemos ter um campeão inédito (Eduardo Almeida). Se não acontecer isso, será o quinto título de Taça Brasília de Paulo César Faria.

ESTATÍSTICAS DA 24ª TAÇA BRASÍLIA

Sem considerar os dois jogos que faltam, os números da 24ª Taça Brasília 2009 são os seguintes:

JOGOS REALIZADOS = 132
GOLS ASSINALADOS = 278
MÉDIA DE GOLS POR JOGO = 2,1

O melhor ataque foi o do Estrela Solitária, com 36 gols, seguido por Amigos (31), Juventus e Cavalo de Tróia (29) e Corinthians e Verdão (28).
Já a melhor defesa foi a da Juventus, com 12 gols sofridos. Com um gol a mais, a defesa do Amigos (13). A seguir aparece a defesa do Estrela Solitária, com 15. Os demais técnicos sofreram para mais de 20 gols.
O botão-artilheiro foi o nº 11 do Estrela Solitária, com 13 gols. Na segunda colocação ficaram os nºs 7 do Cavalo de Tróia e do Verdão e o nº 11 do Corinthians, os três com 7 gols. Com 6 gols apareceram os botões nº 7, do Estrela Solitária, e o nº 14 do Sampa. O nº 7 do Meninos da Vila marcou 5 gols.

A seleção “A” do campeonato ficou assim formada:

1. Juventus
2. Sampa
3. Amigos
4. Sampa
5. Verdão
6. Estrela Solitária
7. Cavalo de Tróia
8. Mengole
9. Amigos
10. Amigos
11. Estrela Solitária

A seleção “B” ficou assim constituída:

1. Amigos
2. Estrela Solitária
3. Estrela Solitária
4. Cavalo de Tróia
5. Amigos
6. Amigos
7. Verdão
8. Corinthians
9. Verdão
10. Meninos da Vila
11. Corinthians

Obs.: Lembrando que as seleções são formadas pelos jogadores que marcarem mais gols em suas posições (numeração de 1 a 11) e pelo goleiro menos vazado. Quando há empate, cede o jogador o técnico mais bem colocado no geral.

A classificação geral (primeiro mais o segundo turno) foi esta:

1º - AMIGOS – 22 J – 16 V – 4 E – 2 D – 31 GF – 13 GC – 52 PG (aproveitamento de 78,8%)
2º - ESTRELA SOLITÁRIA – 22 J – 14 V – 7 E – 1 D – 36 GF – 15 GC – 49 PG (74,2%)
3º - JUVENTUS – 22 J – 14 V – 3 E – 5 D – 29 GF – 12 GC – 45 PG (68,2%)
4º - CORINTHIANS – 22 J – 12 V – 3 E – 7 D – 28 GF – 25 GC – 39 PG (59,1%).
5º - CAVALO DE TRÓIA – 22 J – 11 V – 4 E – 7 D – 29 GF – 21 GC – 37 PG (56,1%).
6º - TITÂNICO – 22 J – 10 V – 5 E – 7 D – 24 GF – 22 GC – 35 PG (53%)
7º - VERDÃO – 22 J – 10 V – 3 E – 9 D – 28 GF – 25 GC – 33 PG (50%).
8º - MENINOS DA VILA – 22 J – 8 V – 5 E – 9 D – 24 GF – 30 GC – 29 PG (43,9%).
9º - SAMPA – 22 J – 8 V – 2 E – 12 D – 27 GF – 36 GC – 26 PG (39,4%).
10º - MENGOLE – 22 J – 7 V – 4 E – 11 D – 22 GF – 39 GC – 25 PG (37,9%).11º - RAÇA e TRITURADOR, eliminados do campeonato.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ENCERRADO O 1º TURNO DA TAÇA BRASÍLIA-Série Ouro: AMIGOS CAMPEÃO

O primeiro turno da Taça Brasília-Série Ouro foi realizado no período de 15 a 29 de setembro e reuniu os doze técnicos melhores colocados no ranking anual da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa (a ausência mais sentida foi a de Tarcízio Dinoá Junior que, por motivos profissionais, terá que se ausentar de Brasília e não pôde participar; Marcelo Silva – Titânico o substituiu).
De forma invicta, com oito vitórias e três empates (82% de aproveitamento) nos onze jogos que disputou, Paulo César Faria (Amigos) conquistou o primeiro turno e garantiu vaga na decisão da Taça. Conforme estabelece o regulamento da Taça Brasília, caso um técnico vença os dois turnos será declarado automaticamente campeão. Se acontecer de dois técnicos vencerem os turnos, estes decidirão a Taça em dois jogos. Outra hipótese é a de um terceiro técnico somar mais pontos que os dois campeões de turnos: acontecerá um triangular final para apontar o campeão de 2009.
Apesar da grande vantagem que Paulo César tinha na última rodada (cinco pontos) do primeiro turno, dois técnicos ainda sonhavam com o título: José Ricardo Almeida (Estrela Solitária) e Luiz Cláudio Caruso (Triturador). O primeiro jogaria duas partidas, uma com Jan Buarque (Corinthians) e a outra justamente com Paulo César. Este, faria um jogo antes com Marcelo Motta (Raça). Luiz Cláudio enfrentaria Antônio Carlos Almeida (Verdão) e Rodrigo Caruso (Meninos da Vila).
Tanto José Ricardo quanto Luiz Cláudio torciam para que Paulo César tropeçasse em seu primeiro jogo, contra Marcelo Motta. Caso isso acontecesse e vencessem seus jogos teriam chances de ainda conquistar o turno na última rodada.
Dos três que ainda disputavam o título, na primeira rodada somente Luiz Cláudio atuou. Os outros dois trabalharam como árbitros. O empate de 1 x 1 com Antônio Carlos tirou todas as possibilidades de Luiz Cláudio chegar ao título. Os demais resultados dessa rodada foram: Juventus (Eduardo Almeida) 1 x 1 Titânico, Cavalo de Tróia (Adolpho Parente) 3 x 1 Sampa (Luciano Sampaio) e Mengole (Sérgio Motta) 2 x 1 Meninos da Vila.
Com isso, somente José Ricardo Almeida ainda tinha chances de estragar a festa de Paulo César. Na segunda rodada do dia, teria que vencer Jan e torcer para que Paulo César perdesse para Marcelo Motta.
Mas, isso não aconteceu. Paulo César venceu Marcelo (3 x 1) e conquistou antecipadamente o turno. José Ricardo até venceu Jan (4 x 0), mas não adiantou. Os outros jogos foram: Verdão 3 x 1 Mengole e Triturador 3 x 2 Meninos da Vila.
Na última rodada do dia, Amigos e Estrela Solitária empataram em 1 x 1, e aconteceram as seguintes vitórias: Raça 2 x 1 Corinthians, Titânico 2 x 0 Cavalo de Tróia e Sampa 2 x 1 Juventus.
A classificação final foi a seguinte:

CAMPEÃO: Amigos, 27 pontos ganhos;
VICE-CAMPEÃO: Estrela Solitária, 22;
3º Triturador, 21;
4º Verdão, 17;
5º Cavalo de Tróia, 15;
6º Juventus, 15;
7º Raça, 15;
8º Titânico, 14;
9º Sampa, 13;
10º Corinthians, 9;
11º Mengole, 7;
12º Meninos da Vila, 3.
O melhor ataque do primeiro turno da Taça Brasília foi o do Triturador, com 24 gols, seguido por Amigos (22) e Estrela Solitária (19).
Já a melhor defesa foi a do Estrela Solitária, com 8 gols sofridos. A seguir vieram as do Amigos e Juventus, ambos com 10 gols contra.
Foram realizados 66 jogos e assinalados 185 gols, perfazendo a média de 2,8 gols por jogo.
O botão-artilheiro do 1º turno foi o nº 11 do Estrela Solitária, com 8 gols. Na segunda colocação ficou o nº 7 do Cavalo de Tróia, com 6. Com 5 gols apareceram os botões nºs 7, do Verdão, 10 do Raça e 8 do Triturador.
O segundo turno terá início no dia 6 de outubro, com os seguintes jogos:
1ª rodada - CORINTHIANS x VERDÃO, MENINOS DA VILA x TITÂNICO, JUVENTUS x RAÇA e AMIGOS x SAMPA
2ª - MENGOLE x TRITURADOR, CAVALO DE TRÓIA x ESTRELA SOLITÁRIA, TITÂNICO x CORINTHIANS e VERDÃO x MENINOS DA VILA3ª - RAÇA x AMIGOS, SAMPA x JUVENTUS, TRITURADOR x CAVALO DE TRÓIA e ESTRELA SOLITÁRIA x MENGOLE.